Luís Soveral Varella
Genealogia

Jaques
de lagos e alvor

 

1. Guillen Jaques, com quem Alão de Moraes inicia a genealogia desta família, dizendo que era filho de outro do mesmo nome, fidalgo aragonês oriundo do reino de Aragão com solar nas montanhas de Jaca. Guillen Jaques teria estado com D. António de Luna quando este matou D. João de Heredia, bispo de Saragoça, pelo que passou a Portugal com a Infanta D. Isabel, mulher do Infante-Regente D. Pedro, filho do Rei D. João. Ou como refere a Corografia Portuguesa T.3 «era Guillen Jaques fidalgo Catalão que seguiu o partido do Conde de Urgel». Ora como o Infante D. Pedro e D. Isabel casaram em 1429, não é provável que tenha sido seu pai quem passou a Portugal mas ele mesmo. Em Portugal, estabeleceu-se no Algarve onde os seus descendentes instituíram o morgadio de Bordeira. Nasceu por volta de 1370/75.

1.1. Diogo Gil Jaques, com quem se continua.

?1.2. Gomes Gil Jaques, nasceu cerca de 1410. Alão de Moraes refere-o a propósito do casamento de uma sua filha, e a sua proposta de filiação é suportada pela cronologia e pelo patronímico Gil que seu presumível irmão também usou.

1.2.1. Violante Jaques, moradora em Lagos, casou nesta cidade, de acordo com Alão de Moraes com D. Henrique de Eça, filho bastardo de D. Fernando de Eça. Poderá tratar-se da mesma Violante Jaques, nascida cerca de 1450/60 que era moradora em Lagos em 1510, já viúva de Diogo da Fonseca, e que a 1.9 deste ano surge em documento onde seu criado Pedro Gonçalves Vecasse é privilegiado e escusado dos encargos e ofícios do concelho (TT – chanc. D. Manuel L.7 fls.32 e 32v). Pelo que, teria casado duas vezes.

?1.2.2. Gil Jaques, nasceu cerca de 1450. Foi escudeiro e era morador em Lagos a 11.4.1496, casado com Isabel Vaz, quando lhe é dada a confirmação de um aforamento na presença do alcaide-mor de Lagos, Afonso Costa, cavaleiro, como procurador de Filipa de Paiva, já falecida, casada com Francisco Portocarreiro, os sogros de Cristóvão Jaques, referido adiante.

?1.2.2.1. […] Gil Jaques, nascido por volta de 1480.

?1.2.2.1.1. Fernão Gil Jaques, nasceu por volta de 1510. Testemunha casamentos em Odiáxere a 3.11.1577, junto com um Cristóvão Jaques, e novamente a 16.8.1592 no mesmo lugar. Ainda em Odiáxere testemunha um casamento a 7.6.1587 um Pedro Jaques Correia, cavaleiro fidalgo.

 

 

2. Diogo Gil Jaques, nasceu nos primeiros anos do séc. XV, por volta de 1400. Foi cavaleiro da Casa do Infante D. Henrique, como está documentado, coudel-mor da vila de Alvor e seu termo por carta de 24.2.1439 (TT – chanc. D. Afonso V L.19 fl.72), e juiz das sisas régias desta vila por carta de 12.12.1454, em substituição de Gonçalo Gil de Pêra que morrera (TT – chanc. D. Afonso V L.10 fl.126). Referem as genealogias tradicionais que era filho de Guillen Jaques (II) e neto paterno de outro do mesmo nome, fidalgo aragonês oriundo do reino de Aragão com solar nas montanhas de Jaca. Este Guillen Jaques (I), teria estado com D. António de Luna quando este matou D. João de Heredia, bispo de Saragoça, pelo que passou a Portugal com a Infanta D. Isabel mulher do Infante-Regente D. Pedro, filho do Rei D. João I. Ou como refere a Corografia Portuguesa T.3 «era Guillen Jaques fidalgo Catalão que seguiu o partido do Conde de Urgel». Em Portugal, estabeleceu-se no Algarve onde os seus descendentes vincularam o morgadio de Bordeira. Ora, o Infante D. Pedro casou em 1429, pelo que, se Guillen Jaques passou a Portugal com esta Infanta, então terá sido o pai e não o avô de Diogo Gil Jaques. Casou, de acordo com as genealogias tradicionais, com D. Maria.

2.1. Pedro Jaques, com quem se continua.

2.2. Rui Dias Jaques, morador em Lagos, cavaleiro da Casa Real depois de o ter sido da Casa do Infante D. Henrique, que a 29.6.1468 obtém para si e para seu criado João de Necasta, carta de perdão do degredo para Ceuta a que tinham sido condenados, Rui perdoado de 5 anos e quatro meses dos 6 anos a que havia sido condenado, e João de Necasta perdoado de 28 meses dos 3 anos a que fora condenado (TT – chanc. D. Afonso V L.28 fl.59). A 13.5.1472 recebe uma tença anual de 2000 reais brancos a pagar a partir de 1.1.1473, em satisfação do ofício e valor das rendas das corvinas e pescarias do cabo e alcaidaria de Sagres que foram dados a Rui de Sousa (TT – chanc. D. Afonso V L.29 fl.268), e a 9.4.1482 obtém outra carta de perdão do Rei D. João II. Alão de Moraes acrescenta que foi alcaide-mor de Albufeira e que casou com […] Rebelo, que Gayo diz ter-se chamado Antónia e ser filha de Estêvão Rebelo, e que o Visconde de Sanches de Baêna – Famílias Nobres do Algarve, diz ter-se chamado Brites Rebelo e ser filha do mesmo Estêvão Rebelo, alfaqueque-mor do reino por carta de 26.4.1478 (refere TT – LN, L.1 fls.11 e 151v e D. António Caetano de Sousa – História Genealógica da Casa Real Portuguesa), instituidor dos morgadio das herdades de Pereira no Deseixa, e de Val de Telha […] com a invocação de Santo António, em Santa Maria da Graça, na cidade de Lagos (refere TT – Capelas da Coroa, L.4 fl.264v), e que fora casado com Inês Gonçalves Batevias.

2.2.1. Henrique Jaques, de acordo com Alão de Moraes, que Gayo acrescenta ter casado com Catarina Jaques, filha de seu primo Cristóvão Jaques e de Isabel de Paiva, e referida adiante. Trata-se por certo do mesmo Henrique Jaques que era morador em Lagos em 1475 quando é ferido, juntamente com Pedro Rafael, por João Lourenço, criado de João Pacheco, o qual João Lourenço recebe por isso carta de perdão a 8.4.1475 (TT – chanc. D. Afonso V L.30 fl.98). A 20.11.1476, tendo tido uma querela com Luís Álvares, criado de Pedro Varela, cavaleiro morador na mesma vila, o dito Luís obtém carta de perdão na sequência do perdão geral outorgado aos homiziados que foram servir para Castela (TT – chanc. D. Afonso V L.7 fl.83).

2.2.1.1. Pedro Jaques, que Alão de Moraes acrescenta Godinho. Foi fidalgo da Casa Real e feitor e provedor de Moçambique, por carta de 6.3.1563. por dote de sua mulher Catarina Godinho, irmã de Mateus Gonçalves, escudeiro fidalgo da Casa Real (Luciano Ribeiro, Registo da Casa da Índia, n.578). Alão de Moraes chama-lhe Catarina de Magalhães.

2.2.1.1.1. Henrique Jaques, licenciado, desembargador da Índia por carta de 20.2.1554, por 3 anos, com 250000 reis de ordenado (Luciano Ribeiro, Registo da Casa da Índia, n.486). A 29.1.1555 mandou lançar em Baçaim um pregão para todos os oficiais da fazenda e justiça apresentarem suas provisões com o extracto das pessoas e ofícios que serviam e seus rendimentos (TT – CC p.1 m.94). E deverá ainda ser o mesmo que a 27.7.1550 dirige uma carta ao Rei dando-lhe parte que, em cumprimento de sua real ordem, se informara dos conventos da vila da Torre de Moncorvo e suas rendas, das comendas novas e velhas daquela comarca e seu rendimento e éguas que havia na dita comarca por pessoas ajuramentadas, de que remetia as relações por ele assinadas (TT – CC, p.1 m.84). Casou com Catarina da Silva, filha de Rafael Lobo Teixeira e de Leonor da Silva, de acordo com Alão de Moraes que segue descendência. Destes foi filha de entre outros uma Filipa da Silva ou Filipa Vasques que poderá ser a mesma que é referida numa carta datada de 30.3.1555 em que um Pedro César escreve a um Estêvão Rebelo, que cronologicamente não pode ser o mesmo referido acima, e lhe pede que mande entregar outra que remete a Francisca Jaques, e que lhe mande notícias de seu pai (de Pedro César) e boas novas do pai de Estêvão Rebelo (TT – CC, p.1 m.95).

2.2.1.1.1. Catarina Godinho, de acordo com Alão de Moraes que a dá casada com Pedro Jaques de Magalhães, filho de Henrique Jaques e referido adiante. Com descendência nomeadamente nos viscondes de Fonte Arcada.

2.2.2. Maria Jaques, segundo o Visconde de Sanches de Baêna – Famílias Nobres do Algarve, casada com Jordão Botelho, licenciado. Com descendência.

2.3 Isabel Jaques, de acordo com Alão de Moraes, que casou com Afonso Nogueira, senhor do morgadio de Santo Estêvão, em Beja. Nasceu por volta de 1440 e ainda era viva a 20.7.1514 quando lhe é passada provisão para se lhe pagar dois moios de trigo de mercê, como mãe de Francisco Nogueira (TT – CC, p.2 m.49).

2.3.1. Francisco Nogueira, referido em documento a 20.7.1514 a propósito do pagamento de 2 moios de trigo a sua mãe (TT – CC, p.2 m.49).

 

 

3. Pedro Jaques, nasceu por volta de 1433 e foi morador em Lagos. Foi cavaleiro da Casa Real, como é referido em toda a documentação da chancelaria de D. Afonso V, e posteriormente fidalgo da Casa Real, conforme é referido na documentação da chancelaria de D. Manuel I (pelo que deveria ser fidalgo cavaleiro), do conselho do Rei (conforme se documenta nas legitimações de seus filhos e numas cartas de confirmação datadas de 11 e 12.2.1496), juiz das sisas de Lagos, cargo que renuncia sendo substituído por João Godinho a 20.3.1463 (TT – chanc. D. Afonso V L.9 fl.38), coudel da mesma vila, cargo em que foi substituído a 13.11.1469 por Fernão Barreto (TT – chanc. D. Afonso V L.31 fl.141), e que volta a ter por carta de 17.12.1482 (TT – chanc. D. João II L.3 fl.101v), coudel de Longos por carta de 2.3.1475 (TT – chanc. D. Afonso V L.30 fl.157), corregedor de São Salvador de Bouças, cargo que tinha a 28.2.1473 quando recebe a mercê, para si e seus descendentes, do paúl da Bordeira e Bordalete no termo de Lagos (TT – chanc. D. Afonso V L.33 fl.79) confirmados em doação e mercê perpétua a 10.4.1499 (TT – chanc. D. Manuel L.16 fl.42v), e coimieiro do paúl de Bordeira a 18.10.1489 (TT – chanc. D. João II L.9 fl.101 e D. Manuel L.26 fl.10), comendador de Bouças na ordem de Santiago que obtém do Rei, a 11.4.1475, autorização para arrendar a dita comenda (TT – chanc. D. Afonso V L.30 fl.70). A 27.1.1496 confirma um aforamento datado de 10.3.1495 de uma azenha velha além do rio (onde se chama João Rama) no termo de Lagos, com a obrigação de pagar 25,5 reais de prata da moeda corrente ao almoxarifado de Lagos (TT – chanc. D. Manuel L.6 fl.169). Acrescentam as genealogias tradicionais que esteve na batalha de Toro, e assim terá recebido a comanda de Bouças, senhor dos Paços de Bandeira por mercê do Rei D. Afonso V em 1470 (que não encontrei), etc. Casou com Catarina Nogueira (a) documentada como sua mulher a 17.2.1496 (TT – chanc. D. Manuel L.9 fl.9v), que as genealogias tradicionais dizem ser filha de João Afonso de Brito e já viúva de Pedro Barreto. De Pedro Jaques foi sobrinho um Diogo Godinho, escudeiro e morador em Lagos em 1496, documentado neste parentesco a 27.1 quando representa seu tio com plenos poderes para tratar com os judeus herdeiros de uma azenha junto a Lagos, almoxarife de Lagos quando a 27.4.1504 surge na confirmação do aforamento de um esteiro no termo desta vila, no rio de Mexilhoeira (TT – chanc. D. Manuel I L.22 fl.s36v e 37), e cavaleiro da Casa Real, almoxarife e juiz da alfândega e dos direitos Reais de Lagos em 1514 e 21.11.1521, quando testemunha aforamentos em Lagos TT – chanc. D. Manuel). Teve três filhos fora do casamento, todos legitimados (b), um dos quais de Brites Afonso (b), mulher solteira.

3.1. Henrique Jaques (b), foi legitimado pelo Rei D. Manuel a 27.1.1496 (TT – L.1 de legitimações de LN fls.130v e 131). De acordo com Alão de Moraes herdou o morgadio da Bordeira, foi alferes-mor da ordem de Cristo, e casou com Violante de Magalhães, filha de Nuno Fernandes Moreira, escrivão da câmara de Lisboa. Deverá ser o comendador Henrique Jaques referido numa carta datada de 13.3.1551 em que António Rebelo expõe a D. João III que, fazendo o mesmo senhor mercê a Diogo Tristão do rendimento das casas e fazenda que se tirou a seu pai, Tristão Dias, o comendador Henrique Jaques se apossara delas em virtude de uma provisão (TT – CC, p.1 m.86).

3.1.1. Pedro Jaques de Magalhães, segundo Alão de Moraes, sucedeu no morgadio da Bordeira e casou com Catarina Godinho, filha de Pedro Jaques, e referida acima. Com descendência.

3.2. Cristóvão Jaques (c), com quem se continua.

3.3. Maria Jaques (b), legitimada pelo Rei D. Manuel (TT - L.1 de legitimações de LN fl.165). Alão de Moraes dá-a casada com Vasco Queimado de Vilalobos, guarda-mor da Casa da Índia, que é o mesmo Vasco Queimado, fidalgo da Casa Real, que foi vedor da fazenda Casa da Índia por carta de 27.12.1519 com ordenado de 400000 reis por ano, e que a 2.8.1532, renunciando ao cargo de feitor das Casas da Índia e Mina, recebe uma tença de 160000 reis (Luciano Ribeiro, Registo da Casa da Índia, n.44 e 245).

 3.4. Beatriz Jaques (b), legitimada a 27.1.1496 pelo Rei D. Manuel (TT – L.1 de legitimações de LN fls.130v e 131). Poderá ter sido casada com […] Simões e terá vivido em Alvor.

?3.4.1. Vicente Simões Jaques, nasceu cerca de 1520. Foi cavaleiro fidalgo da Casa Real (1583). Não é de admitir que Simões fosse um patronímico de Simão pois o apelido estava já consolidado nesta família e é tardio para a formação de patronímicos o que nesta época só acontecia geralmente no povo. Casou com […] de Oliveira (?).

3.4.1.1. […] Jaques de Oliveira, nasceu cerca de 1550 no Alvor. Casou cerca de 1580 na mesma vila com Pedro Mendes.

?3.4.1.1.1. Álvaro de Oliveira Jaques, nasceu cerca de 1575 em Alvor. Foi ouvidor e capitão-mor de Portimão, em cuja qualidade apadrinha a 27.8.1621 o baptismo de Bartolomeu Fernandes Cabrita. Foi morador com sua mulher na quinta de São Francisco em Portimão (TT – HSO Vicente m.2 d.27). Casou cerca de 1600 em Alvor com Brites da Palma Velho, aí nascida por volta de 1580, que parece ser filha de António da Palma Velho o moço e de Maria Luís Freire; sendo assim neta provável pelo lado paterno de António da Palma Velho o velho, nascido em Portimão, cavaleiro fidalgo da Casa Real (1589), que em 1565 era cavaleiro da Casa de D. Estêvão da Gama) (irmão de Brites da Palma casado com Jerónimo Lis, e sobrinho de Isabel Fernandes da Palma, que fez testamento em 1565 e alteração do testamento em 1575 instituindo o vínculo dos Palma), e de Catarina Gonçalves; e bisneta paterna provável de Gonçalo da Palma e de Catarina Velho.

3.4.1.1.1.1. João Mendes da Silva, nasceu cerca de 1600 em Alvor. Casou a 1ª vez cerca de 1630 em Lagos com Maria de Paiva e Sousa (a) aí nascida, filha de Manuel Jaques de Paiva, capitão-mor e alcaide-mor de Albufeira, e de Paula Neto, e referidos adiante, onde segue a sua descendência. Casou a 2ª vez, por volta de 1690 com […].

3.4.1.1.1.1.1. João Mendes da Silva, nasceu em Alvor. Casou a 1ª vez cerca de 1720 na mesma vila com Maria de Paiva (a), aí nascida, que poderia ser filha de Manuel Jaques de Paiva e de sua 2ª mulher Isabel Varela, referidos adiante. Casou 2ª vez com […] (b), que poderia ser filha de Vicente Velho da Silva, capitão-mor de Aljezur e familiar do santo ofício, referido adiante.

3.4.1.1.1.3.2.1.1. (a) Vicente Velho da Silva. Casou cerca de 1750 em Alvor com Inês do Rio, filha de Afonso Vaz e de Maria Dias.

3.4.1.1.1.3.2.1.1.1. João Mendes da Silva, nasceu em Alvor. Casou a 18.5.1779 em Alvor com Quitéria Joaquina, filha de Manuel Gonçalves e de Catarina de Matos; neta paterna de Manuel Gonçalves e de Maria dos Ramos; e neta materna de José Fernandes e de Catarina da Conceição.

3.4.1.1.1.3.2.1.2. (a) João Mendes da Silva.

3.4.1.1.1.3.2.1.3. (a) Anastácia Maria.

3.4.1.1.1.3.2.1.4. (b) Maria Duarte.

3.4.1.1.1.2. Isabel Jaques da Palma, nasceu cerca de 1610. Casou a 1ª vez a 29.3.1633 em Portimão com Vicente Freire de Andrade, nascido em Portimão e aí baptizado a 9.11.1593, filho de João Freire de Andrade e de Maria Matoso. 12ºs avós do Rui Pereira. Casou 2ª vez a 10.1.1639 também em Portimão com Martim Taborda (b), nascido em Faro, filho de Bartolomeu Gago Mendes e de Isabel Taborda. Vicente Freire de Andrade tinha sido já casado uma 1ª vez, a 9.11.1616 também em Portimão, com Margarida Nunes Cabrita, e desse casamento nasceram: 1. Maria Fernandes de Andrade, aí nascida e baptizada a 15.8.1618, sendo padrinhos Manuel Pacheco [talvez o tio Manuel Pacheco de Sousa] e Brites Cabrita (de quem descende o autor destas notas); 2. Isabel, baptizada a 16.12.1619 em Portimão; 3. Francisca, aí baptizada a 13.2.1625 tendo por padrinho Francisco Cabrita (talvez o Avô); 4. João, aí baptizado a 16.10.1627, tendo por padrinho o tio, o licenciado António de Arez Monteiro (vide «Pacheco, do Algarve», trabalho do autor em preparação).

3.4.1.1.1.2.1. Beatriz da Palma e Andrade e Sousa, baptizada a 29.1.1634 em Portimão. Casou em Portimão com Francisco Soares Pacheco, nascido em Portimão, capitão, filho de Lopo Soares Pacheco, nascido em Alvor, capitão (vide «Pacheco, do Algarve», trabalho do autor em preparação).

3.4.1.1.1.2.1.1. Isabel Jaques da Palma, baptizada a 13.3.1656 em Portimão. Casou a 28.1.1669 na mesma cidade com Rodrigo Soares de Sousa, nascido em Alvor, capitão, filho de António Soares e de Maria Rebelo, naturais de Alvor.

3.4.1.1.1.2.1.2. Lopo Soares da Palma, baptizado a 10.3.1658 em Portimão. Foi padre.

3.4.1.1.1.2.1.3. Beatriz Arcângela da Palma, baptizada a 24.2.1664 em Portimão. Casou a 26.11.1684 em Faro, São Pedro, com Luís Álvares Ribeiro, aí nascido, capitão, filho de Luís Álvares Ribeiro, capitão, e de Isabel de Moura.

3.4.1.1.1.2.1.3.1. Francisco Soares Pacheco. Casou com Inês de Camila Lobo.

3.4.1.1.1.2.1.3.1.1. Brites Arcângela da Palma. Casou com José Domenech.

3.4.1.1.1.2.1.3.1.1.1. D. Maria Tomásia Domenech da Palma. Casou com Francisco Pedro Lamim (7ºs avós do Rui Pereira).

3.4.1.1.1.3. Violante Jaques, nasceu em Alvor. Casou cerca de 1640 na mesma vila com João Matoso Bravo, nascido em Aljezur, capitão e homem nobre, filho de Vicente Bravo Velho, nascido em Bordeira e morador na sua herdade de Alfambra, no termo desta vila (irmão do capitão João Anes Raposo), e de Margarida Amado, nascida em Monchique.

3.4.1.1.1.3.1. Maria da Palma, nasceu em Aljezur. Casou cerca de 1660 casou nesta vila ou em Alvor com Vicente Velho da Silva, nascido em Alvor e falecido em Aljezur, capitão-mor desta vila, familiar do santo ofício por carta de 4.8.1685 (TT – HSO Vicente m.2 d.27), da principal nobreza desta vila, filho de Gregório Velho da Silva, nascido em Alvor, e de Maria Fernandes Godinho, nascida em Aljezur; neto paterno de Vicente Dias Velho e de Maria Soares, ambos nascidos em Alvor; e neto materno de Francisco de Borba Velho e de Isabel Godinho, ambos nascidos e moradores em Aljezur.

?3.4.1.1.1.3.1.1. Maria da Palma de Oliveira, nasceu em Alvor. Casou cerca de 1680 com João Fernandes  Álvares, nascido em Pêra.

3.4.1.1.1.3.1.1.1. Vitorino da Palma de Oliveira, tabelião em Portimão.

3.4.1.1.1.3.1.1.2. Sebastiana da Palma de Oliveira, nascida a 18.1.1683 em Alvor e aí baptizada a 24. Casou a 1ª vez com António Álvares de Oliveira (a), já viúvo. Casou 2ª vez a 15.11.1706 em Lagoa com Manuel Rodrigues Pimenta (b).

3.4.1.1.1.3.1.1.2.1. (b) Isabel Felícia da Palma, baptizada em Lagoa. Casou com António de Sousa Prado, capitão de ordenanças, oriundo do Algarve.

3.4.1.1.1.3.1.1.2.1.1. Jacinta Antónia Peres, baptizada em Lagoa. Casou a 2.1.1757 em Odemira, São Salvador com seu primo em 3º grau de consanguinidade André Ferreira da Rocha, filho de Bernarda Jerónima de Melo e de seu marido Isidoro Ferreira da Rocha, e referido em «Coelho de Melo, de Odemira», texto do autor disponível em http://luissoveral.com.sapo.pt/CoelhodeMelo.htm, onde segue a sua descendência.

?3.4.1.1.1.3.1.2. […], nasceu em Alvor. Casou cerca de 1690 nesta vila com João Mendes da Silva, aí nascido, filho de João Mendes da Silva (que foi também casado com Maria de Paiva e Sousa, referidos adiante), e de sua 2ª mulher, referidos acima, onde segue a sua descendência.

3.4.1.2. Pêro Jaques de Oliveira, almoxarife e vereador em Alvor. Casou cerca de 1583 em Portimão com Aldonça Gramaxo, nascida em Portimão cerca de 1554, cristã-nova condenada a confisco de bens, cárcere e  hábito penitencial por judaísmo a 10.7.1588, filha de Nicolau Martins, mercador e cristão-novo e de Beatriz Gramaxo, também cristã-nova, ambos naturais de Portimão, e referida em «Gramaxo, de Portimão», texto do autor disponível em http://luissoveral.com.sapo.pt/Gramaxo.htm.

3.4.1.2.1. Diogo de Oliveira.

?3.4.1.2.2. Vicência Jaques, nasceu cerca de 1585 em Alvor. Casou cerca de 1610 na mesma vila João Furtado, aí nascido.

3.4.1.2.2.1. Luís Domingues, nasceu cerca de 1605 em Alvor. Casou a 15.7.1640 em Portimão 15.07.1640 com Joana Baptista, aí nascida, filha de Pedro Camacho e de Margarida Fernandes, naturais de Portimão.

3.4.1.2.2.1.1. Pedro Jaques, nasceu em Portimão. Casou a 10.4.1673 na mesma cidade com Leonor de São Tiago, aí nascida, filha de Gaspar Rodrigues e de Maria Boto, naturais de Portimão. Foram moradores em Ferragudo.

3.4.1.2.2.1.1.1. Jerónimo, baptizado em 1674 em Portimão.

3.4.1.2.2.1.1.2. Domingas, baptizada a 27.3.1676 em Portimão.

3.4.1.2.2.1.1.3. Manuel Jaques, baptizado a 22.7.1678 em Portimão.

3.4.1.2.2.1.1.4. Teresa de Jesus, baptizada a 3.3.1682 em Portimão, faleceu a 1.11.1755 no grande terramoto de Lisboa, sendo sepultada na Igreja de Lagoa. Casou a 7.11.1702 em Portimão com Vitoriano Freire de Andrade, aí baptizado a 4.3.1663, filho de Domingos Martins Bocarro, nascido em Lagoa, e de Brites Freire de Andrade, nascida em Portimão; neto paterno de António Álvares Porto, nascido em Cabo de São Vicente, e de Margarida Bocarro, nascida em Lagoa; e neto materno de Vicente Canelas Freire e de Isabel Rodrigues Freire, naturais de Portimão.

3.4.1.2.2.1.1.4.1. Domingos Martins Bocarro, nasceu em Lagoa. Casou a 8.11.1722 na mesma vila com Leonor Gonçalves Pais, aí nascida, filha de João Pais Prego e de Isabel Gonçalves; neta paterna de Manuel Pais e de Guiomar Dias; e neta materna de Manuel Rodrigues Carrasco e de Maria Gonçalves, naturais de Lagoa.

3.4.1.2.2.1.1.4.1.1. Teresa de Jesus, nasceu em Lagoa. Casou a 8.11.1742 na mesma vila com Inácio Gonçalves Adães, filho de Matias Adães e Domingas de Sousa, nascidos em Lagoa; neto paterno de Francisco Adães, natural de Albufeira e de Águeda Gonçalves, natural de Lagoa; e neto materno de Manuel Fernandes e de Domingas de Sousa, também naturais de Lagoa. (7ºs avós do Roberto Lopes).

3.4.1.2.2.1.1.4.1.2. Isabel Freire de Andrade, nasceu em Lagoa. Casou a 1ª vez com Manuel Nunes (ou das Neves) (a). Casou 2ª vez a 6.5.1754 na mesma vila com Alberto da Silva (b), aí nascido, filho de João da Silva e de Isabel Gonçalves, daí naturais. (8ºs avós do Roberto Lopes por duas linhas).

3.4.1.2.2.1.1.4.2. Maria Freire de Andrade, nasceu em Lagoa. Casou a 6.1.1727 na mesma vila com Manuel Pais Prego, filho de João Pais Prego e de Isabel Gonçalves; neto paterno de Manuel Pais e de Guiomar Dias; e neto materno de Manuel Rodrigues Carrasco e de Maria Gonçalves, natural de Lagoa. (antepassados do Luís Cavaleiro Madeira).

3.4.1.2.3. Aldonça Jaques, nasceu em Alvor. Poderá ter casado cerca de 1628 em Odemira com Manuel Rebelo. Este Manuel Rebelo poderia ser filho de outro do mesmo nome casado em 1608 em Odemira com Isabel de Oliveira, que era filha de Lopo de Carvalhal e de Maria Gomes, naturais e residentes em Odemira, que vão referidos em «Coelho de Melo, de Odemira», texto do autor disponível em http://luissoveral.com.sapo.pt/CoelhodeMelo.htm.

3.4.1.2.3.1. Vicente Simões Jaques, baptizado em 1628 em Odemira, Santa Maria, com Maria Viana Oliveira.

3.4.1.2.3.1.1. Branca Henriques de Oliveira. Casou a 12.2.1710 em Odemira, Santa Maria, com Manuel Rodrigues Pais, e foram moradores no Monte Queimado, no termo desta vila.

?3.4.1.2.3.1.2. Maria Jaques de Oliveira, nasceu cerca de 1680 no Alvor. Era tia de uma Anastácia Jaques de Paiva. Casou cerca de 1700 no Alvor com António Lopes de Amorim, nascido em Tânger, filho de João Lopes Jorge e de Margarida Valente, casados a 19.6.1639 na sé desta cidade e ambos daí naturais; neto paterno de Pedro Fernandes Jorge, baptizado em Tânger, e de, com quem casou a 9.1.1617 na mesma cidade, Isabel ou Beatriz Gonçalves, daí natural; e neto materno de António Gonçalves de Amorim e de Susana Valente, ambos baptizados em Tânger, onde casaram a 30.7.1601.

3.4.1.2.3.1.2.1. João Lopes Jorge, que apadrinha junto com sua irmã Leonor a 5.1.1729 na igreja do Alvor, João, filho de António Fernandes e Maria Andreza.

3.4.1.2.3.1.2.2. Leonor Jaques de Oliveira, baptizada no Alvor onde faleceu a 19.2.1784. A 9.3.1727 era moradora com seu marido na herdade da Defesa (?) no termo da vila de Odemira, de onde surgem na igreja de Santa Maria desta vila a apadrinhar um filho de Manuel Pires, do Monte Queimado, no termo da mesma vila. Casou cerca de 1726 no Alvor com seu primo Manuel de Oliveira Jaques, baptizado em Alvor, e foram moradores no Monte Queimado, termo de Odemira, falecido entre 9.3.1727 e 5.1.1729, data esta em que sua mulher, então viúva, surge na igreja do Alvor juntamente com seu irmão João Lopes Jorge a amadrinhar João, filho de António Fernandes e Maria Andreza. Poderia ser filho de Manuel Jaques de Paiva, capitão, e de sua 2ª mulher Isabel Varela, referidos adiante.

3.4.1.2.3.1.2.2.1. Mónica Angélica Jaques de Oliveira, baptizada a 28.8.1727 em Alvor.

3.4.1.2.3.1.2.3. Salvador Jaques de Amorim, nasceu cerca de 1710 e faleceu a 5.5.1770 em Alvor. Foi tenente de ordenanças. Confirma com sua mulher um emprazamento de um quintal no lugar de Areeiro junto a Alvor (Arquivo Municipal de Portimão – Tombo dos Foros e bens da Vila de Alvor, 1770). Casou duas vezes: a 1ª com Sebastiana de Jesus (a); casou 2ª vez a 17.11.1739 em Odiáxere com Catarina Maria (b), falecida sem testamento a 29.5.1793 na Mexilhoeira, termo de Estombar, onde era moradora, irmã de Inês Maria (casada 1ª vez com Domingos Gonçalves, de Lagos, São Sebastião, e casada 2ª vez a 5.8.1732 em Odiáxere com Sebastião da Costa Varela, nascido em Alvor) e ambas filhas de António Luís e de Antónia Vieira, casados a 8.6.1705 em Odiáxere, sendo dispensados do parentesco que tinham em 2º e 3º graus de consanguinidade; neta paterna de Manuel Rodrigues e de Inês Rodrigues; e neta materna de Afonso Duarte, capitão, e de Catarina Gomes, todos naturais da Torre, no termo de Odiáxere.

3.4.1.2.3.1.2.3.1. (a) António Lopes de Amorim, baptizado a 7.5.1734 em Alvor.

3.4.1.2.3.1.2.3.2. (b) Maria Joaquina, baptizada a 23.7.1741 em Alvor. Casou com Francisco Mendes, filho de Francisco Mendes e de Beatriz de Gouveia, todos naturais do Alvor.

3.4.1.2.3.1.2.3.2.1. Inácio José de Macedo, nasceu em Alvor. Casou a 31.10.1787 na mesma vila com D. Mónica Angélica Pimentel do Vabo.

3.4.1.2.3.1.2.3.3. (b) Antónia Gertrudes Jaques, baptizada a 9.2.1744, em Alvor.

3.4.1.2.3.1.2.3.4. (b) Mónica Angélica Jaques de Oliveira, nasceu em Alvor onde foi baptizada a 19.8.1745 e foi moradora com seu marido na Mexilhoeira da Carregação. Casou a 21.9.1767 em Estombar com José Fernandes Franco, natural de Monchique, sapateiro, filho de Vicente Lourenço, do Alvor, oficial de sapateiro, e de Catarina Maria, de Monchique; neto paterno de Domingos Dias, oficial de barbeiro, e de Isabel Moreira, do Alvor; e neto materno de Manuel Afonso e de Luzia da Luz, naturais de Monchique.

3.4.1.2.3.1.2.3.4.1. Salvador Jaques, baptizado a 19.7.1768 em Alvor. Casou a 15.5.1792 em Estombar com Rosa Maria, e foram moradores na Mexilhoeira da Carregação

3.4.1.2.3.1.2.3.4.2. José, baptizado a 30.12.1771 em Estombar.

3.4.1.2.3.1.2.3.4.3. Antónia, baptizada a 18.12.1773 em Estombar.

3.4.1.2.3.1.2.3.4.4. João, baptizado a 27.10.1775 em Estombar.

3.4.1.2.3.1.2.3.4.5. Manuel Fernandes Jaques, baptizado a 2.12.1777 em Estombar. Foi lavrador. Casou duas vezes: a 1ª a 20.8.1818 em Estombar com Teresa do Carmo (a), já viúva de Vicente António Álvares, nascido em Silves, sargento de milícias; casou 2ª vez com Maria Delfina (b), natural de Portimão, filha de Francisco da Silva, desta cidade, lavrador, e de Maria Bernarda, de Estombar; neta paterna de Sebastião da Silva, de Portimão e de Ana Maria, da Senhora do Verde; e neta materna de José da Silva Ribeiro, de Lagoa e de Maria Bárbara, de Estombar. (5ºs avós do Roberto Lopes).

3.4.1.2.3.1.2.3.4.6. Angélica, baptizada a 9.8.1779 em Estombar.

3.4.1.2.3.1.2.3.5. (b) Inês Jaques, baptizada a 28.12.1748 em Alvor.

3.4.1.2.3.1.2.3.6. (b) Manuel, baptizado a 17.9.1750 em Alvor, onde faleceu a 2.12.1760.

3.4.1.2.3.1.2.3.7. (b) João Jaques de Amorim, baptizado a 5.4.1753 em Alvor. Foi sacristão na igreja desta vila. Casou a 11.6.1799 na mesma vila com Mariana Teresa. (antepassados do Jorge Valdeira).

3.4.1.2.3.1.2.3.8. (b) Manuel, baptizado a 31.5.1758 em Alvor.

?3.4.1.2.3.1.2.4. Isabel da Conceição, baptizada no Alvor. Casou cerca de 1730 com Manuel Canelas, nascido em Nossa Senhora do Verde.

3.4.1.2.3.1.2.4.1. António Canelas, baptizado a 26.10.1738 em Alvor. Casou cerca de 1760 na mesma vila com Isabel Teles de Figueiredo, aí nascida, filha de Pedro de Oliveira e de Luísa de Figueiredo, daí naturais.

3.4.1.2.3.1.2.4.2. Leonarda, baptizada a 27.1.1770 em Alvor.

3.4.1.2.3.1.2.4.3. Anastácia Jaques de Oliveira, baptizada a 8.1.1742 em Alvor. Casou a 1.8.1750 na Senhora do Verde com Manuel Freire de Andrade, aí nascido, filho de João de Oliveira Freire, daí natural, e de Inês de Andrade, da Mexilhoeira Grande.

3.4.1.2.3.1.2.4.4. José Canelas. Casou duas vezes: a 1ª com Mariana da Conceição (ou de Jesus) (a). Casou 2ª vez a 29.10.1793 em Alvor com Inês Josefa (b), filha de Manuel Duarte e de Maria da Encarnação. (antepassados da M. Elisa).

3.4.1.2.3.1.2.4.5. Manuel Canelas, falecido a 17.2.1763 em Alvor.

?3.4.1.2.4. Vicente Jaques de Oliveira.

?3.4.1.2.5. Isabel Jaques, nasceu em Alvor. Casou a 12.6.1628 em Portimão com António Correia, já viúvo.

?3.4.1.2.5.1. António Jaques Correia, nasceu em Portimão ou em Tavira. Casou cerca de 1660 em Tavira com D. Ana Pereira, aí nascida.

3.4.1.2.5.1.1. Álvaro Jaques Correia, nasceu em Tânger. Casou cerca de 1690 nesta cidade com D. Andreia Maria, daí natural.

3.4.1.2.5.1.1.1. António Jaques Correia, baptizado a 11.3.1694 em Tavira, Santa Maria. Casou a 7.6.1713 em Faro, São Pedro, com D. Maria Robalo de Azambuja, nascida em Tavira.

?3.4.1.2.5.1.1.1.1. D. Francisca Jaques Correia. Casou a 1ª vez com Vicente Nunes da Costa. Casou a 2ª vez a 25.10.1732 em Portimão com Belchior Vélez de Morais Mesquita Lamim, nascido em Alqueidão da Palma, Olalhas, termo de Tomar, filho de Manuel Freire de Lamim, licenciado, juiz de fora em Albufeira, Faro e Silves, cavaleiro da ordem de Santiago de Espada, e de D. Josefa Maria Correia de Figueiredo Vélez de Morais, nascida em Portimão; neto paterno de Basílio Freire da Silva e de Maria de Lamim, naturais  de Alqueidão; e neto materno de frei João Álvares Marreiros, nascido em Estombar, cavaleiro fidalgo da Casa Real por alvará de 9.6.1676, cavaleiro da ordem de Cristo, vereador da câmara de Portimão, e de D. Feliciana Correia de Figueiredo, nascida em Tânger. (tio 8.º avô do Rui Pereira e do Roberto Lopes).

3.4.1.2.5.1.1. Manuel Jaques, nasceu em Portimão. Casou a 21.10.1661 na mesma cidade com Isabel Fernandes, aí nascida, filha de Francisco Dias e de Inês Nunes, daí naturais.

3.4.1.2.5.1.1.1. Isabel Jaques, baptizada a 27.9.1662 em Portimão. Casou a 21.10.1662 na mesma cidade com António Fernandes, nascido em Lagos, filho de António Vieira e de Esperança Nunes, daí naturais de Lagos.

3.4.1.2.5.1.1.1.1. Manuel Fernandes, nasceu em Portimão. Casou a 17.1.1714 na mesma cidade com Maria Gomes, nascida em Évora, filha de António Marques e de Catarina Fradessa, daí naturais.

3.4.1.2.5.1.1.2. Inês, baptizada a 15.2.1665 em Portimão.

3.4.1.2.5.1.1.3. Francisco, baptizado a 7.3.1666 em Portimão.

3.4.1.2.5.1.1.4. Maria Jaques, baptizada a 13.3.1669 em Portimão. Casou a 18.1.1696 nesta cidade com Francisco Gonçalves Rocha.

 

 

4. Cristóvão Jaques, nasceu cerca de 1475 e foi legitimado pelo Rei D. Manuel a 27.1.1496 (TT – L.1 de legitimações de LN fls.130v e 131) e novamente a 4.12.1502 (?) (TT – chanc. D. João II L.3 fl.108v). Existem dois documentos distintos de legitimação de Cristóvão filho de Pedro Jaques, em datas diferentes, 1496 e 1502, pelo que possivelmente tratam-se de dois personagens diferentes e irmãos, com o mesmo nome, e naturalmente filhos de mães diferentes, como aliás os trás Alão de Moraes, que não dá descendência a um deles, o primeiro. Assim, considera-se que a descendência segue pelo segundo Cristóvão, precisamente o que sendo legitimado em 1502 é filho de Beatriz Afonso, mulher solteira. Foi cavaleiro da Casa Real, morador em Lagos, e a 28.11.1504, a 1.8.1511 e a 8.3.1513 surge como senhorio de uma courela de terra no reguengo do paúl e do reguengo do paúl (TT – chanc. D. Manuel L.22 fl.100, L.8 fls.77v, 78 e 436, L.15 fls.54 e 54v), no primeiro com sua mulher. Alão de Moraes acrescenta que foi capitão de umas primeiras armadas que o Rei D. João III mandou para descobrir o Brasil. E efectivamente por lá andou onde descobriu um rio que é referido em carta datada de 23.12.1522 em que João da Silveira solicita ao Rei D. João III lhe mande o almirante 5 naus ao rio que descobrira Cristóvão Jaques na costa do Brasil (TT – CC, p.1 m.38). Por desavenças com seu pai, foi repudiado e deserdado mas, de acordo com Alão de Moraes foi sempre reconhecido pelos seus parentes em testamento. Casou com Isabel de Paiva, filha de Francisco Portocarreiro, documentado como sogro de Cristóvão a 1.8.1511, e de sua mulher Filipa de Paiva, já falecida a 11.4.1496, e não, como referem erradamente as genealogias tradicionais, nomeadamente Alão de Moraes, de Gil Eanes de Magalhães e de sua mulher Isabel de Paiva.

4.1. Manuel Jaques de Paiva, com quem se continua.

4.2. Francisco Portocarreiro, de acordo com Alão de Moraes, casado em Lagos com Beatriz de Sousa, sem descendência.

4.3. Catarina Jaques, de acordo com Gayo, que a dá casada com seu primo Henrique Jaques, filho de Rui Dias Jaques, referido acima.

 

 

5. Manuel Jaques de Paiva, a quem Alão de Moraes chama Manuel Jaques de Portocarreiro, nasceu cerca de 1520. Foi cavaleiro da Casa Real, condição na qual o 26.10.1558 recebeu a capitania de duas naus da carreira da Índia (Luciano Ribeiro, Registo da Casa da Índia, n.550. A 1.9.1557 dirige uma carta à rainha expondo-lhe que na viagem que fez a Cabo Verde tomara duas naus, uma francesa com muitos portugueses e outra de índios de Castela com vários géneros, do que dava parte a Sua Alteza em quanto corregedor devassava de semelhantes roubos (TT – CC, p.1 m.101). A 6.9.1557 é referido numa carta em que Afonso Anes, corregedor de Lagos, dá parte ao Rei que ele, o capitão Manuel Jaques de Paiva, havia tomado um patacho francês e uma nau espanhola e que metendo-as na barra de Vila Nova devassara o requerimento do dito capitão, e que sobre isto o achara provados os delitos de que os acusavam (TT – CC, p.1 m.101). Segundo Alão de Moraes serviu na Índia e foi capitão de um dos 3 navios com que o Rei D. João III mandou correr os lugares de África. O mesmo autor dá-o casado a 1ª vez com Inês Rebelo (a), filha de Diogo Rebelo, alfaqueque do Algarve, e sem descendência, e a quem o Visconde de Sanches de Baêna – Famílias Nobres do Algarve, dá por mãe Vicência Jaques Botelho, filha de Maria Jaques, acima referida e casada com o dr. Jordão Botelho. Casou 2ª vez, a que Alão de Moraes não identifica o nome, com […] (b).

5.1. Joana de Paiva, com quem se continua.

5.2. Isabel de Paiva, que Alão de Moraes dá casado com Gonçalo Mendes de Meneses.

 

 

6. Joana de Paiva, nasceu cerca de 1555. Casou com António de Cintra de Sousa, irmão de Cristóvão de Sousa e de Pedro de Reixes, e todos filhos do 2º casamento de Vicente de Sousa, que Alão de Moraes diz parece ter vivido no Algarve.

6.1. Manuel Jaques de Paiva, com quem se continua.

6.2. Vicente de Sousa de Paiva, referido por Alão de Moraes com Vicente de Sousa. Casou a 19.1.1592 em Lagos, Santa Maria, com Catarina Borges, filha de Diogo Borges e de Leonor Vaz. Com descendência no ramo Sousa Jaques de Paiva.

 6.3. frei António dos Santos, bispo em Braga com o título de bispo de Nicomedia (Felgueiras Gayo no título de Jaques).

 

 

7. Manuel Jaques de Paiva, nasceu cerca 1575. Foi alcaide-mor e capitão-mor de Albufeira. Casou a 20.4.1609 em Loulé com D. Paula Neto, aí nascida, filha de Diogo Neto e de Catarina Neto, daí naturais.

7.1. António Jaques de Paiva, que de acordo com Alão de Moraes serviu o Rei D. João IV nas fronteiras contra Castela, foi mestre de campo na fronteira de Chaves, governador de Estremoz e general de Artilharia, que depois de velho e viúvo se fez frade de São Domingos. Casou, de acordo com o mesmo autor, em Prado, com D. Eugénia do Rego, filha de Gonçalo Rebelo e de Ana do Rego. Com descendência.

? 7.2. Maria de Paiva e Sousa, com quem se continua.

 

 

8. Maria de Paiva e Sousa, nasceu cerca de 1610 em Lagos. Poderá ser filha do casal anterior, pese o facto de não ser aparecer referenciada com o tratamento de "dona" ao contrário de sua mãe. Certo é que até à data parece apenas documentar-se como filho que vingou do casamento de Manuel Jaques de Paiva e de D. Paula Neto, o António Jaques de Paiva acima referido. Filha do casal anterior ou não, certo é que casou por volta de 1628-1634 em Lagos com João Mendes da Silva, nascido cerca de 1610 em Alvor, filho de Álvaro de Oliveira Jaques, ouvidor e capitão-mor de Portimão, e de Brites da Palma Velho, e referido acima. Este João Mendes da Silva voltou a casar 2ª vez com uma presumível filha de Vicente Velho da Silva, capitão-mor de Aljezur e familiar do santo ofício, e de Maria da Palma.

8.1. Manuel Jaques de Paiva, com quem se continua.

8.2. Álvaro de Oliveira Jaques, padre.

 

 

9. Manuel Jaques de Paiva, nasceu cerca de 1635 em Alvor. Foi capitão, e alferes à data do seu casamento. Apadrinhou em 1672 e em 1676 em Odiáxere, sendo morador nessas datas em Lagos. Casou a 1ª vez cerca de 1660 em Alvor com Eufrásia Carvalhal de Oliveira (a), nascida cerca de 1640 em Odemira, Santa Maria, que amadrinha em 1680 nesta vila, junto com Vicente Velho, de Aljezur, sua neta Isabel, filha de André Rodrigues Mexilhão e de Mónica da Palma. Era filha de Jerónimo do Carvalhal Fogaça, baptizado a 15.8.1600 em Odemira tendo por padrinhos Francisco Fogaça e Helena de Azevedo, e falecido em 1676 sendo sepultado no convento de Odemira, fidalgo de cota de armas (9.9.1651) e capitão-mor desta vila, «gente munto noblissima da prinsipal desta villa», «das principais famílias», posteriormente morador em Alvor, e de Anastácia Coelho de Melo (com quem casou a 27.9.1638 em Odemira), nascida em Odemira, Santa Maria, neta paterna de João de Oliveira Fogaça e de Maria Tinoco, naturais de Odemira; e neta materna de João Coelho de Melo, fidalgo da cota de armas por carta 6.8.1625, e de Verónica Pinto, naturais de Odemira. Vide «Coelho de Melo, de Odemira» texto do autor disponível em http://luissoveral.com.sapo.pt/CoelhodeMelo.htm, onde se estuda a sua família. Manuel Jaques de Paiva casou 2ª vez cerca de 1690 com Isabel Varela (b), filha do sargento-mor Vicente Dias Varela, sargento-mor  desta vila, e de Catarina de Sousa (filha de João Pacheco de Sousa), ela nascido em Alvor e ela em Portimão.

?9.1. (a) Manuel Jaques de Paiva, nasceu cerca de 1660. Era solteiro a 14.5.1694 quando assina no tabelião da vila de Odemira uma escritura de dívida de 207 mil réis, onde declara ser cunhado de André Rodrigues Mexilhão, a quem tinha comprado a herdade da Ameixieira de Baixo sem a ter pago, ficando a dever o respectivo valor a um tal António Soares Consciência, morador em Lisboa, provavelmente credor de André Rodrigues Mexilhão. Parece pois que esta compra foi efectuada por Manuel Jaques de Paiva para salvar o cunhado de apuros e evitar que este perdesse a propriedade. E assim parece ser, pois é precisamente na descendência de André Rodrigues Mexilhão que a dita herdade continua.

?9.2. (a) Mónica da Palma, nasceu cerca de 1660 Casou com André Rodrigues Mexilhão proprietário da herdade da Ameixieira de Baixo, depois comprada por seu cunhado Manuel Jaques de Paiva acima referido, a 14.5.1694.

9.2.1. Isabel Rodrigues, baptizada em 1680 em Odemira, Santa Maria. Herdou a herdade da Ameixieira de Baixo. Casou com Francisco Gonçalves, nascido na herdade das Abertas, termo do Cercal, que herdou, proprietário agrícola.

9.2.1.1. Manuel Gonçalves, nasceu cerca de 1705 na herdade das Abertas, no termo do Cercal, que herdou, bem como a herdade da Ameixieira de Baixo. Casou a 17.1.1740 no Cercal com Luzia Domingas de Campos.

9.2.1.1.1. Silvério Gonçalves, nasceu na herdade das Abertas que herdou. Casou a 2.6.1783 na mesma aldeia com Mariana Josefa da Silva, filha de José da Silva e de Antónia Bernardes. Com descendência na qual veio a recair a posse da herdade da Ameixieira, por compra. Deste casal é 5º neto o autor destas notas.

9.2.1.1.2. Plácido Gonçalves, nasceu na herdade das Abertas e foi baptizado a 16.4.1747 no Cercal. Herdou a Ameixieira e foi ainda proprietário da herdade dos Maroteiros, termo da mesma vila. Casou a 21.2.1779 com Genoveva de Oliveira (já viúva de Salvador de Campos Soveral, baptizado a 3.10.1731 no Cercal, tendo por padrinho João Jaques de Magalhães, morador em Vila Nova de Milfontes ou seu termo, e falecido antes de 21.2.1773, 6ºs avós do autor desta notas), filha de Matias de Oliveira, nascido em Sines, e de sua mulher Maria da Conceição, nascida em Santiago do Cacém. Com descendência.

9.2.2. Leonor, baptizada em 1691 em Odemira, Santa Maria.

9.2.3. Manuel, baptizado em 1696 em Odemira, Santa Maria.

9.3. (a) João Mendes (ou de Melo) da Silva Jaques, nasceu cerca de 1675 em Alvor. Foi licenciado, cavaleiro professo na ordem de Cristo por carta de 14.12.1702 (IAN/TT – HOC, Letra J, m.91 n.57), professou a 21.2.1721 em Tomar (IAN/TT – HOC, Letra J, m.91 n.57), e foi corregedor em Tavira e Santarém. No seu processo de habilitação foi mais uma vez levantada a suspeita de falta de limpeza de sangue, tal como no processo de seu primo Sebastião de Campos, atrás referido. Casou com D. Catarina Teresa de Brito, de Lisboa, filha de Luís de Brito Casado, familiar do santo ofício, nascido em Viana do Castelo, e de Ana Maria da Costa, de Lisboa.

9.3.1. Manuel António Jaques de Sousa Paiva e Silva, nasceu em Azeitão. Foi licenciado, cavaleiro professo na ordem de Cristo por carta de 13.1.1743, familiar do santo ofício, e provedor da vila de Tomar.

9.4. (a) D. Juliana Maria de Melo, baptizada a 3.3.1680 em Odemira, Santa Maria, tendo por padrinhos Manuel Fogaça e Mariana de Azevedo, mulher de Pedro Rodrigues, todos moradores em Odemira. Casou com José Freire da Cunha, nascido e baptizado em Lisboa, São Tomé, capitão, filho de António Freire de Sousa, nascido em Lisboa, Conceição, e de Isabel Maria, nascida em Azeitão, São Lourenço.

9.4.1. João de Melo, nasceu em Azeitão, padre habilitado a 4.4.1744.

9.5. (a) Anastácia Maria de Melo, baptizada a 27.9.1674 em Odemira, Santa Maria. Casou com […].

9.5.1. Álvaro de Macedo, licenciado, cavaleiro da ordem de Cristo.

9.6. (a) Jerónimo do Carvalhal e Sousa, cavaleiro da ordem de Cristo.

9.7. (a) Cipriano de Oliveira Coelho de Melo, cavaleiro da ordem de Cristo (IAN/TT – HOC, Letra C m.1 n.6). Foi coronel da cidade da Baía e professou na ordem de Cristo a 8.9.1727.

9.8. (b) Álvaro de Oliveira Jaques, nasceu cerca de 1703 no Alvor, declarando em 1730, no seu processo de habilitação para bacharel (IAN/TT – Leitura de Bacharéis let.A m.16 n.4) ter 27 anos de idade pouco mais ou menos. Foi escrivão dos órfãos, inquiridor, distribuidor e contador de Vila Nova de Portimão por carta datada de 1730 (IAN/TT - chancelaria D. João V, L.78 fl.263), alferes da companhia de Manuel Pais de Sousa (juiz e capitão de ordenanças de Alvor) e serviu como vereador. Casou a 13.12.1719 em Portimão com D. Mariana Valente Castelo Branco, filha de Diogo Mendes de Miranda, que tinha parte de cristão-novo, e de D. Brites Valente Castelo Branco, naturais de Portimão e Lagos, respectivamente, e moradores em Portimão.

9.8.1. Diogo Mendes de Miranda. Casou duas vezes: a 1ª com Inês Perpétua Bocarro (a), nascida no Alvor, filha do sargento-mor Pedro Varela de Moura e de Maria Bocarro; casou 2ª vez a 6.2.1777 em Portimão com D. Maria Cândida Avelar (b), filha de Isidoro Avelar, natural de S. Vicente, bispado de Catalunha, capitão, e de D. Antónia Margarida de Castro, natural de Portimão. Neste assento de casamento, provavelmente por lapso do padre, seu avô paterno é dado com Álvaro Jaques de Oliveira e não com Manuel Jaques de Paiva.

9.8.1.1. (a) Francisco Jaques de Paiva. Casou a 27.1.1789 em Alvor com Beatriz Perpétua, filha de Miguel Rodrigues e de Perpétua Maria.

9.8.1.2. (a) Álvaro de Oliveira Jaques, nasceu a 9.11.1751 no Alvor. Em 1790 tentou a sua emancipação alegando que a gestão que o pai fazia dos bens que lhe cabiam na herança da mãe era ruinosa. Apesar do reconhecimento da má gestão por parte do pai, essa emancipação foi recusada (IAN/TT – Desembargo do Paço, Algarve, m.490 n.37). Casou com a 1ª vez a 26.2.1797 em Portimão com Ana Bernarda (a), filha de António de Azevedo Ferreira, alferes, e de Isabel Paula; neta paterna de Martinho dos Santos Botelho, alferes, nascido em Cascais e de Isabel dos Anjos, nascida em Portimão; e neta materna de José Neto e de Constança Martins. Casou com 2ª vez com Teresa Raimunda (b), filha de Simão Barroso e de Mariana Jacinta; e talvez neta materna de Manuel Pires Barriga, alferes e de Antónia Teresa. Com descendência. (6ºs avós, pelo 2º casamento, da M. Elisa).

9.8.2. João da Silva Jaques de Paiva. Casou a 29.5.1760 em Portimão com D. Mariana Josefa Mascarenhas de Sampaio de Bettencourt, de Portimão, filha do capitão Francisco de Sampaio Pacheco Mascarenhas e de D. Isabel Mascarenhas de Andrade e Bettencourt.

9.8.3. Manuel Jaques de Paiva. Casou a 12.8.1745 nas Caldas de Monchique com D. Rosa Angélica de Almeida, de Silves, filha de Vicente Dias Malveiro e de Maria Coelho de Almeida.

9.8.4. D. Catarina Gertrudes Valente Castelo Branco. Casou a 11.9.1743 em Portimão com Francisco Nunes Bustorff, de Portimão, filho de Diogo Fernandes Crespo e de Maria Arcângela Bustorff.

9.9. (b) Isidoro de Oliveira Jaques, padre.

?9.10. (b) Manuel de Oliveira Jaques, baptizado em Alvor e foi morador com sua mulher no Monte Queimado, termo de Odemira, e já tinha falecido a 5.1.1729 quando sua mulher, então viúva, surge na igreja do Alvor juntamente com seu irmão João Lopes Jorge a amadrinhar João, filho de António Fernandes e Maria Andreza. Casou cerca de 1726 em Alvor com sua prima Leonor Jaques de Oliveira, baptizada no Alvor onde faleceu a 19.2.1784, filha de António Lopes de Amorim, nascido em Tânger, e de Maria Jaques de Oliveira, acima referidos.

9.10.1. Mónica Angélica Jaques de Oliveira, baptizada a 28.8.1727 em Alvor.

9.11. (b) João Mendes da Silva, que serviu nos lugares das letras e serviu Sua Majestade em Azamor.

 

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